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Marketing e Comunicação Digital

A Principium digital foi idealizada pensando nas pequenas empresas e profissionais autônomos, que precisam de ajudar no mundo digital, com experiência em comunicação estratégica para marcas, com foco em geração de valor e negócios, e com 100% de foco em resultados. Diante de centenas de tecnologias e redes sociais que mudam o tempo todo, cabe a nós a função de filtro onde estudamos e selecionamos as melhores ferramentas e serviços para nossos clientes. Não acreditamos que exista uma solução “pronta” para o sucesso de nossos clientes. Assim, é também o papel da Principium Digital diagnosticar, pesquisar e testar nossas soluções, criando uma fórmula específica para o sucesso de cada cliente...

experiência

Administração de mídias sociais

Sua empresa na rede

Voltada para pequenas e médias empresas. Alcance maior visibilidade para a sua marca e crie um relacionamento com os clientes.

Criação de LOGOS

Design

Temos experiência no desenvolvimento de logos e na criação de identidade visual, assim criamos a personalidade de que precisa

Criação de Blog

De forma simples e direta

Uma solução de baixo custo, para colocar a sua empresa em uma primeira experiência através da sua página na internet

Elaboração de Plano de Marketing

Faremos isso juntos

Elaboramos um plano para seu desenvolvimento no varejo "online" e "offline", e faremos isso do jeito que você precisa com sua ajuda.

O que fazemos

Naming

Naming é o trabalho de escolha do nome do produto, serviço ou empresa estabelecendo uma relação direta com o posicionamento pretendido.

comunicação digital

Através da comunicação digital, teremos uma maior proximidade e controle de seus clientes no processo de construção de marca.

Marketing Estratégico

Envolve planejamento e análise com uma visão de futuro, e também foco total nos desejos, necessidades e interesses dos clientes.

Gestão de mídias sociais

São sistemas projetados para possibilitar a interação social a partir do compartilhamento e da criação colaborativa de informação nos mais diversos formatos.

desenvolvimento de marca

Por meio de práticas e técnicas de comunicação, design, marketing, entre outros, é possível manter uma marca sempre no topo.

Social ads e Links Patrocinados

Utilizamos informações de perfil e preferência de usuários para conectar sua marca a potencial consumidores através das redes sociais.

5

CLIENTES

13

REUNIÕES

3

PROJETOS

144

AÇÕES DE MÍDIA

artigos, textos e projetos

7 dicas para criar um blog eficaz para sua empresa

Por Daniela Moreira

A arquiteta e estilista Katia Stocco tinha um blog em que compartilhava informações e dicas sobre moda e beleza. A ideia começou como um hobby, mas ela logo percebeu que a audiência só crescia. Por meio do contato com as pessoas que visitavam sua página, ela notou que havia uma carência de novidades no mercado de acessórios. 

Foi então que Kátia teve a ideia de criar uma loja especializada só nesses produtos. A blogueira se juntou ao irmão, Rodrigo Stocco, e juntos criaram a rede de franquias My Gloss. A marca continua dando dicas de moda e usando o blog para atrair potenciais clientes, e os posts alcançam cerca de 5 milhões de pageviews por semana.

Confira abaixo as dicas da dupla para usar essa mídia social para impulsionar o marketing da sua empresa:

1. Crie conteúdo relevante 

Se o público-alvo da marca são mulheres ligadas em moda, o blog não deve falar sobre culinária, por exemplo.Também não vale a pena divulgar informações só sobre moda sem trazer novidades ou dicas úteis para o leitor. O conteúdo tem que ser atraente e de qualidade.

2. Cuide de sua credibilidade 

Certifique-se da veracidade e procedência das informações que você está divulgando. O objetivo é tornar o seu blog uma referência para usuários da internet, portanto apure com cuidado o que você for postar.

3. Pegue leve na propaganda própria 

Não encha o espaço apenas de propagandas da sua empresa, já que isso pode cansar o visitante e até transformar um admirador da marca em um detrator. "Blog não é ferramenta para vender e sim para se relacionar com o leitor", diz Rodrigo.

4. Interaja com o público 

Responda aos comentários, faça perguntas, peça opinião. "Provocar a interação com o público é fundamental para que ele se sinta parte deste trabalho e tenha cada vez mais afinidade com sua marca", afirma Rodrigo.

5. Use uma linguagem adequada 

Adapte o vocabulário usado nos posts ao do seu publico. Você precisa se comunicar como ele da melhor forma, para que as mensagens consigam tocá-lo. O publico não se sente inclinado a escutar alguém que não fala a mesma língua que ele.

6. Use de técnicas de otimização de buscas 

O famoso SEO (do inglês, Search Engine Optimization) é importante para trazer mais pessoas para a sua página. Quanto mais visitas, maior a relevância do seu conteúdo. Existem profissionais para fazer um bom trabalho de otimização, mas você já pode fazer uma parte sozinho. Na internet, é possível encontrar algumas dicas com técnicas e métodos para melhorar a posição dos seus posts em sites de buscas.

7. Invista em uma equipe dedicada ao blog 

Se você pretende produzir com periodicidade e manter um blog de qualidade e que vire referência, deve pensar em contratar uma equipe de comunicação para se dedicar a isso. Além de produzir conteúdo, essas pessoas também precisam ficar de olho nas métricas e resultados para direcionar o trabalho da empresa.

Fonte: Revista Pequena Empresa Grandes Negócios
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Os 5 pilares do Inbound Marketing


Agora chegou a hora de conhecer os 5 pilares do inbound marketing. Antes disso, porém, cabe trazer uma informação extra: o Inbound e o Marketing de Conteúdo se ajudam mutuamente. Um depende do outro. Enquanto o Inbound precisa de conteúdo para disseminar os serviços ou produtos de uma marca, este conteúdo precisa de meios para alcançar o público-alvo.


1. O conteúdo de qualidade

Esteja sempre a postos para esclarecer dúvidas e dê especial atenção ao conteúdo da sua marca em seus canais digitais. Este conteúdo, não necessariamente focado em vendas, deve passar a imagem da empresa, seus valores e em que ela pode ser útil para seu público, não se limitando apenas ao propósito final de fazer com que as pessoas comprem. Trabalhe o envolvimento delas com a sua marca e, para isso, produza e compartilhe um conteúdo de qualidade, que agregue valor e que o aproxime de seu público-alvo. O marketing de conteúdo é vital para manter o seu negócio sempre em contato com o seu target.
 
2. Atendimento personalizado

A abordagem deve ser de acordo com cada grupo de pessoas e com o momento em que elas se encontram na jornada de compra. O ideal é a sua empresa interagir levando em consideração as etapas em que elas se encontram, oferecendo um conteúdo que acompanhe o grau de interesse dessas pessoas. É isso que as levará à etapa final, que é onde as conversões acontecem. Em suma, entenda que a pessoa que visita a sua página pela primeira vez e a que já criou um hábito de voltar a ela em outras ocasiões devem ser impactadas de maneiras diferentes. O processo de fidelização depende disso para, de fato, acontecer.

"A pessoa que visita a sua página pela primeira vez e a que já criou um hábito de voltar a ela em outras ocasiões devem ser impactadas de maneiras diferentes. O processo de fidelização depende disso para, de fato, acontecer".

3. De olho na própria experiência

Para conhecer melhor a própria empresa e de que maneira deve se relacionar com seu público, é importante voltar o olhar para dentro, isto é, para as próprias ações. Assim, você vai conhecer melhor o seu negócio, as pessoas que, de alguma maneira, se interessam por ele, e o que pode ser feito para melhorar ainda mais essa comunicação. Ao voltar esse olhar para si, na figura da sua empresa, você observa melhor o que funciona e o que não traz resultados tão animadores. Além disso, conhece melhor o seu público e o mercado que faz parte. Faça essa análise e use isso a favor do seu negócio em ações futuras.

Saber a hora de compartilhar um tipo de conteúdo tem também muito a ver com isso. Ao fazer uma análise de seu negócio, você passa a entender o que é melhor para ele, a valorizar melhor publicações e lançamentos. Ter esse tipo de segurança é algo que você pode desenvolver. Basta ter esse olhar atento para o conteúdo que produz e a receptividade que ele tem.

4. Ampla atuação digital

Quantos mais canais digitais a sua empresa tiver, melhor. Explore o potencial de cada ferramenta para fazer o Inbound Marketing acontecer. Facebook, Twitter, Instagram, blog, site, Google, YouTube, enfim, esteja presente, ao menos, nos principais canais para levar a sua comunicação mais longe. Esteja onde o público está. Entenda as especificidades de cada ferramenta e crie uma identidade para a sua marca em todas elas.
 
5. Acompanhamento de métricas

O quinto e último pilar diz respeito ao acompanhamento dos resultados das ações. O Inbound é eficaz justamente por proporcionar isso, ou seja, por permitir o monitoramento, em tempo real de toda campanha previamente pensada e colocada em prática. Seus bons resultados dependem das métricas para se tornarem uma realidade. Sendo assim, fique de olho e promova as mudanças que se fizerem necessárias.

 
Fonte: Tsuru Agência Digital
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Ainda vale a pena distribuir panfletos para divulgar um negócio?

O marketing digital já mostrou que consegue atingir pessoas de forma exponencial. Mas os anúncios tradicionais ainda têm espaço?
 
Por Mônica Lobenschuss, especialista em marketing digital

Ainda vale a pena fazer anúncios e distribuir panfletos? 
 
Um dos fundamentos do marketing é promover as marcas, produtos e serviços, valorizando os seus diferenciais, para o público certo. E isso deve ser feito usando as mídias e canais mais adequados para cada caso. É claro que o marketing digital e a comunicação nas redes sociais já mostraram que conseguem atingir pessoas de forma exponencial, usando pouco recurso e falando para um público totalmente focado no seu projeto.

Mas, em muitos casos, os anúncios tradicionais e os panfletos ainda ajudam bastante, pois nem todos têm acesso a algumas soluções tecnológicas.

Um bom exemplo é o caso dos folhetos de apartamentos, distribuídos no farol, por promotores. Se você busca um imóvel, está no bairro preferido e recebe esse material, pode resolver visitar a unidade decorada e efetuar a compra. No entanto, sabemos que milhares de folhetos vão para as mãos de pessoas que não buscam um imóvel.

Por isso, em breve, você receberá uma mensagem no seu celular com os empreendimentos na região. Hoje o mercado já dispõe de recursos para saber se você busca imóveis, que tipo de planta e lazer deseja e em que bairro quer morar. Como esse recurso não é usado por todos, por hoje, o folheto tem forte importância.

Esse é o caso também das pizzarias, por exemplo, entre outros negócios. Mas, assim como em outras áreas, com os aplicativos de pedidos, cada vez mais o público deixará de usar o tradicional impresso. Os anúncios também têm seu papel. Mas vale a dica de testar várias mídias e avaliar os resultados, sempre, para buscar melhorias constantemente na performance das campanhas e nas vendas.

Mônica Lobenschuss é fundadora da rede de franquias de mídias sociais Social Lounge.
Fonte: PME - EXAME
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Como esta técnica simples de marketing já salvou muitas empresas

O que é inbound marketing? Saiba como a estratégia de produção de conteúdo qualificado pode aumentar as vendas do seu negócio 

Por Mariana Fonseca

Quando se pensam em estratégias de marketing, a primeira que vem à mente é a de inserir comerciais: você está assistindo a uma novela na televisão e, de repente, uma propaganda aparece.
PUBLICIDADE

Os tempos mudaram. Hoje, o mundo do marketing prefere um modelo mais parecido com o da Netflix: direcionar a série certa para o público certo é que gerará mais vendas, e não a inserção de publicidade.

É mais ou menos assim que o inbound marketing – um termo que ganhou notoriedade no mundo das empresas nos últimos anos – funciona. Por meio de produção de conteúdo relevante e de relacionamento com o consumidor, um negócio consegue atrair seus clientes e gerar vendas mais qualificadas de seus produtos e serviços.

O inbound tem apresentado resultados relevantes: segundo a startup Resultados Digitais, 93% das compras efetuadas em ambiente online começam com uma simples pesquisa em buscadores. Além disso, 80% dos consumidores preferem buscar informações sobre um determinado produto em um artigo completo do que em um anúncio publicitário.

“Antes, eu era obrigado a ver um conteúdo em um certo horário e suportar os comerciais. A publicidade tradicional começou a perder valor: as pessoas não têm mais paciência e ela está cada vez mais curta, como vemos no YouTube, que possui anúncios com duração de 15 a 30 segundos”, explica Vitor Peçanha, co-fundador da Rock Content.

O lado bom disso tudo: agora, as pequenas e médias empresas conseguem fazer um marketing tão eficiente quanto as gigantes, já que a regra é ser relevante e não pagar anúncios vultosos em grandes canais de mídia.

Mas como sua pequena empresa pode aproveitar o inbound marketing, que não envolve grandes custos, para incrementar as vendas durante a recessão econômica? Confira, a seguir, como fazer bom uso dessa estratégia: 

A base do inbound marketing

O primeiro passo para fazer o inbound marketing é saber o que seu público-alvo deseja. “Você pode descobrir o que eles querem por meio de pesquisa de volumes de buscas no Google, por exemplo, e isso pode ser feito com softwares gratuitos ou pagos”, explica Peçanha, da Rock Content.

Depois de descobrir interesses, sua empresa deve produzir informações que façam sentido com tais buscas – e o post deve ser tão bem executado que atraia vários potenciais clientes.

“Alguns deles irão se identificar, e aí você conseguirá vender. Esse processo de seleção é conhecido justamente pelo nome de funil de vendas.”

Um exemplo prático do inbound em ação são os blogs: eles produzem postagens relevantes para seu público-alvo, gerando vendas por meio de um modelo que integra conteúdo e publicidade. “Antes, os blogs eram apenas diários pessoais. Agora, são sites estruturados de conteúdo de nicho – ou seja, são o inbound personificado”, explica Celso Fortes, diretor da agência digital Novos Elementos.
Dicas extras para fazer um inbound marketing excepcional

1 – Deixe de lado as propagandas

A primeira dica para sua empresa fazer um inbound marketing excepcional é, claro, não pensar que seus posts são propagandas. “Não corte o conteúdo para falar ‘compre da minha empresa’ ou algo parecido. Seu negócio irá vender como consequência de seu conteúdo ser relevante”, explica Peçanha, da Rock Content.

2 – A mentira não compensa

Da mesma maneira, mantenha o compromisso com seu público-alvo e entregue o que promete em seus títulos e chamadas de busca. “Se a cada etapa, da leitura até a compra, o usuário não receber exatamente o que está procurando, o funil de vendas do inbound marketing é quebrado”, afirma Fortes, da Novos Elementos. “Não adianta você anunciar algo e, quando o cliente entra, ver outra coisa. Há até ferramentas no Google que coíbem esse tipo de anúncio.”

3 – Assuma o compromisso de publicar sempre

Quanto aos posts em si, Peçanha recomenda sempre atualizar o blog da sua empresa com novos conteúdos. “Cada post atrai uma parcela do seu público-alvo. Cobrindo mais temas do universo do seu mercado, suas possibilidades de venda aumentam. Pense em sua marca como uma editora.”

4 – Aposte em conteúdos duradouros

Outra dica é apostar em informações que não percam valor ao longo do tempo – um tipo de conteúdo chamado de evergreen.

Pense em um post como “Cinco receitas para cozinhar com bacon”, por exemplo. “Há informações nesse conteúdo que podem ser relevantes a qualquer momento. Na internet, essa qualidade é muito importante: as pessoas podem pesquisar seu post independentemente do noticiário, gerando tráfego recorrente”, diz Peçanha.

5 – Atenção com as métricas

Mesmo a base do inbound marketing sendo a produção de informações relevantes, a técnica vai além de um simples “marketing de conteúdo”. Uma parte igualmente essencial é a medição dos resultados em termos de receita para sua empresa.

“Muita gente esquece da parte de ter uma metodologia para transformar toda essa audiência em vendas. Acompanhe todas as métricas: visitas globais, visitas de cada post e, principalmente, quanto é vendido a cada mil visitas”, conclui Peçanha.

Fonte: Exame
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Vale mais a pena ter uma loja virtual ou vender via marketplace?

Está dúvida sobre o que vale mais a pena para o seu negócio? Veja essas dicas e defina sua presença na internet para vender mais.
 
Por Cristina Farjallat, especialista em negócios digitais

Hoje em dia nada mais natural para um empreendedor do que estar presente em um ambiente digital, seja com uma loja virtual ou em um marketplace. Os motivos para ter presença online são muitos, mas há sempre a finalidade de atrair clientes e dar mais visibilidade ao negócio.

Porém, qual a diferença entre ter apenas uma loja virtual e vender em um marketplace? Quais são as vantagens e desvantagens de cada um? É importante e essencial avaliar o perfil do negócio antes de tomar uma decisão.

Estar em um marketplace significa ter um fluxo de acesso muito maior do que em seu próprio site. A força geradora de audiência é muito mais poderosa para quem quer vender, além de disponibilizar mais ofertas para quem quer comprar. A quantidade e variedade de ofertas é um grande chamariz de clientes.

Enquanto o vendedor se dedica 100% ao portfólio de produtos, gestão de seu negócio e atendimento ao cliente, o administrador do marketplace, fornecedor da solução, fica responsável por grande parte do trabalho, como visibilidade, divulgação das ofertas, investimento em tecnologia, sistemas de pagamento e logística, etc. Esses são alguns motivos que fazem com que os marketplaces sejam uma ótima opção para os empreendedores.

O Mercado Livre, por exemplo, conta com um sistema de reputação. Nele, o comprador pode analisar o vendedor atribuindo notas, levando em consideração a qualidade do negócio efetuado. De acordo com essa avaliação, as vendas crescem ou diminuem, fazendo com que o ambiente do marketplace seja ainda mais democrático.

Os sites de e-commerce com maior audiência no mundo, ou seja, que mais recebem visitas, são os marketplaces. Conhecidos também por shoppings virtuais, estima-se que esse modelo de negócio corresponda a 90% do faturamento do varejo online na China e 33% nos Estados Unidos, de acordo com dados da empresa de tecnologia Channel Advisor. No Brasil, esse número chega a cerca de 20%.

Mas então, diante desse contexto, há alguma vantagem em ter apenas a loja virtual, sem presença no marketplace? Pensando em autonomia nas ações, sim. A liberdade para interagir, criar relacionamentos e vender como achar melhor podem ser vantagens quando o assunto é a margem de lucro, que pode ser maior já que não há comissões e taxas como é o caso do marketplace.

Ainda sobre a questão financeira, a gestão é feita inteiramente pelo próprio empreendedor, que também terá que atrair os clientes para seu endereço virtual por conta própria. Ele poderá expor os produtos e não irá se preocupar com a concorrência, que no caso do marketplace, estará possivelmente na mesma página.

Tendo em vista a competitividade do mercado virtual atualmente, o cenário ideal é possuir uma loja virtual própria e posicioná-la dentro de um marketplace. Grandes varejistas do Brasil e do mundo já estão fazendo isso. Assim será possível gerar mais tráfego para o seu próprio site, já que os visitantes irão se interessar pelo produto exposto no marketplace e buscar outras mercadorias, e estar mais visível no acirrado mundo das compras online.

Cristina Farjallat é diretora do marketplace do Mercado Livre no Brasil. 
 
Fonte: Exame
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Do branding natural ao branding necessário

Entenda como o Branding é capaz de resgatar a essência empreendedora da sua empresa depois que você assume o papel de gestor.

por Ricardo Guimarães

Branding natural é aquele feito intuitivamente pelo fundador. O jeito de pensar e fazer as coisas na empresa está na sua cabeça e no seu coração. Seu espírito empreendedor, suas crenças, pressupostos e certezas dão a ele a segurança para apostar, assumir riscos e inovar. Sua marca pessoal se confunde com a marca da empresa e dos produtos.

Esse é o branding natural, que imprime no negócio uma identidade e um estilo que o faz original, ágil, criativo e audacioso.

Identidade original e clara no comportamento de uma empresa ou de uma linha de produtos inspira confiança e reduz seu custo de crescimento porque todos os que se relacionam com ela sabem o que podem esperar e acreditam no seu futuro, sentem seu carisma e magnetismo.

O sucesso chega com certeza.

O negócio que era pequeno e simples fica grande e complexo, o fundador não pode estar próximo como no começo e contrata gestores para tocar a operação. A cultura do dono agora tem que virar cultura organizacional para que todos possam compartilhar um jeito de pensar e fazer. Instala-se um padrão de qualidade com controles que permitem a expansão com segurança.

Quanto maior e mais complexa a empresa, maior o controle para garantir a qualidade e a eficiência no padrão desejado. O objetivo é fazer a empresa funcionar como um relógio.

Mas o sucesso traz um risco: o espírito empreendedor que deu origem ao negócio pode ser inibido ou mesmo ser eliminado pelo espírito gestor, da mesma maneira que a subjetividade e a capacidade de inovar e assumir riscos é substituída pela objetividade e competência de controlar. É comum nesta fase da história da empresa as pessoas se orgulharem de não terem opinião pessoal, É o império da objetividade. E do medo. O erro é imperdoável.

A identidade que antes residia na cabeça e no coração do fundador, agora é um papel a que todos se referem para justificar planos e decisões. Não está na mente e no coração de ninguém. Está na parede, na hierarquia e nas pesquisas de mercado. A confiança na empresa e nos seus produtos começa a diminuir porque seu comportamento padronizado e comoditizado pelas melhores práticas é comum e estereotipado.

É normal, nestas circunstâncias, a empresa começar a perder mercado, rentabilidade e valor.

Essa é a hora em que o Branding se faz necessário para trazer de volta o espírito empreendedor e fazê-lo atuar lado a lado com o espírito gestor.

A convivência entre o espírito gestor e o espírito empreendedor é tensa. E é boa porque é tensa. É uma oposição complementar que, bem gerenciada, promove a evolução.

Se você é empreendedor e está na fase de contratar gestores para o seu negócio ou é um gestor que quer assumir liderança substituindo um fundador, avalie se há identificação de crenças e visão de mundo. Não veja apenas competências e interesses. Essa é a recomendação do Branding para garantir o valor da subjetividade, da inspiração e da inovação e promover o seu convívio com o valor da objetividade e da segurança requeridos pela gestão do porte e da complexidade.

É aí que reside a vitalidade da cultura de uma marca inovadora que se atualiza permanentemente tornando-se perene e de alto valor de mercado.

Ricardo Guimarães é fundador e CEO da Thymus Branding.
Fonte: Endeavor

o que os clientes falam

Contamos com a assessoria da ACTIO Consultoria e da PRINCIPIUM, e temos conseguidos nos organizar tanto offline como online, modernizamos a logomarca, e estamos mais atuantes nas redes, e como resultado aumentamos o faturamento. Só temos a fortalecer a parceria.

Lailton Francisco

CEO da Sua Farmácia Manipulação

Sempre com capricho e atendendo minha necessidade de comunicação visual, minha logomarca, meus cartões e cartazes, além de cuidar de nossa visibilidade nas redes sociais, e sempre ficam um espetáculo.

Adriana Bezerra

Fature Contas Médicas

A PRINCIPIUM tem nos acompanhado mês a mês, com soluções em mídias sociais, trabalhos gráficos, além de aconselhamento na parte de consultoria empresarial. Sempre que precisamos ela está ao nosso lado.

Elinara Paiva

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